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"Fazei justiça ao
órfão, procedei retamente com o aflito e
desamparado" Salmo
82:3
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Quem
Somos
Somos
uma Organização Não Governamental sem
fins lucrativos. Nosso ideal é
proporcionar a todas as crianças e adolescentes o direito
indiscutível
de viver em família, e a todas as famílias o
direito e as condições
necessárias para manterem seus filhos. É um
grande prazer tê-lo
conosco!
Eliana
Arantes Bueno Salcedo -
Presidente da Recriar FA |
Objetivos
da
Recriar FA
1.
Prevenir o abandono de
crianças e
adolescentes;
2. Orientar e auxiliar as famílias e as gestantes carentes
encaminhando-as a órgãos competentes buscando
prover suas necessidades
sejam de ordem econômica , psicológica ,
médica, jurídica e demais que
se fizerem necessárias;
3. Estimular a guarda, adoção e tutela, como
alternativas a
institucionalização de crianças e
adolescentes abandonados;
4. Defender a efetivação por parte da sociedade
em geral e do poder
Público em especial, das disposições
do Estatuto da Criança
e do Adolescente;
5. Manter a possibilidade de convivência em lares substitutos
(família
alternativa composta por um grupo de crianças orientadas por
uma
monitora convivendo em cada abrigo) ou lares guardiões
(família bem constituída que terá a
guarda de
crianças abandonadas sem,
porém, ter compromisso da mesma efetivar a
adoção)
enquanto espera
retornar ao lar de origem ou conseguir família substituta;
6. Promover e direcionar esforços na tarefa de
encontrar
famílias para
as crianças e adolescentes liberados judicialmente para a
adoção;
7. Orientar famílias pretendentes à
adoção, bem como aquelas que
já adotaram, através de encontros, palestras,
publicações,depoimentos e debates visando
prepará-las em
todos os aspectos, através da troca de
experiências e apoio;
8. Divulgar a importância da prática da
Adoção, Guarda e Tutela pelas formas e maneiras
mais
eficazes;
9. Funcionar como órgão voluntário
auxiliar das Varas da Infância e
da Juventude ou outro órgão competente, no que
diz respeito a Adoção,
Guarda e Tutela;
10. Interagir em sintonia com as Comissões Estaduais
Judiciárias de Adoção, bem como manter
estreito relacionamento com o
maior número possível de Conselhos Tutelares, de
forma a interiorizar
o alcance das ações desenvolvidas;
11. Sensibilizar dirigentes, tanto governamentais, quanto nas
organizações produtivas privadas e entidades
internacionais,
com vista à obtenção de suporte
econômico financeiro, quer em
contribuições pecuniárias ou apoio
logístico nas atividades
em suas diversas fases;
12. Sensibilizar famílias estruturadas para a possibilidade
da
adoção como parte do planejamento familiar;
13. Envolver dirigentes e afins que atuam diretamente nos
abrigos de
crianças e adolescentes oficiais ou não;
14. Quaisquer outras atividades correlatas e afins, que
sejam
complementares ou que possam interessar direta ou indiretamente aos
objetivos da sociedades.
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| NOTÍCIAS |
18/12/2009
Estudo revela queda no preconceito dos pais na hora de adotar crianças
A cor da pele já não tem a mesma importância de antes.
Deficiências físicas também não têm tamanha relevância. A idade,
aos poucos, passa a não ser fator fundamental. Pesquisa feita
pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional de São
Paulo, obtida com exclusividade pelo G1, mostra
que o preconceito dos pretendentes à adoção no estado de SP cai a cada
ano.
Fonte: Globo.com Notícias
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mais |
04/12/2009
Cadastro de adoção não trouxe avanços
Um ano após o prazo final para que juízes de todo o Brasil incluíssem
crianças abrigadas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), a vida desses
meninos e meninas pouco se alterou. A medida tinha o objetivo de unir
pretendentes e adotáveis num mesmo cadastro. Assim, um casal do
Tocantins poderia adotar um filho na Bahia. Nesses 12 meses, o número
de futuros pais cadastrados mais que dobrou, passando de 10.695 para
25.600. Terceiro no ranking, o Paraná tem 3.581 interessados, atrás de
São Paulo e do Rio Grande do Sul. Já o número de crianças inscritas no
país passou de 1.397 para 4.189.
Fonte: Gazeta do Povo
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11/11/2009
Comtiba elege
novos conselheiros não-governamentais
O Conselho Municipal dos Direitos da
Criança
e do Adolescente de Curitiba (Comtiba) elegeu nesta quarta-feira (11)
as seis
entidades que assumirão, em fevereiro, os cargos de
conselheiros da área
não-governamental 2010/2012.
Agradecemos a Deus por
permitir que a Recriar Família e
Adoção fosse reeleita no Conselho Municipal
dos Direitos da Criança e do Adolescente em Curitiba e ainda
por cima sendo a
Entidade mais votada!
Agradecemos também
a
participação da Vera Lúcia e da Elza
como nossas representantes e sabemos o
quanto é trabalhoso fazer parte desse Conselho.
Fonte: Eliana Arantes Bueno Salcedo - Presidente
da Recriar FA
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07/11/2009
Paraná lidera ranking
de candidatos a adoção
Dados do Cadastro Nacional de
Adoção (CNA), do Conselho Nacional de
Justiça (CNJ), indicam que o Paraná é
o estado brasileiro com maior
número de pais em busca de um filho para
adoção. No Estado, são 3.156
pais e 296 crianças cadastradas, o que corresponde a 10,6
casais por
criança.
Fonte: Paraná
Online
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