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05/12/2008
O Natal para as crianças que vivem em abrigos
Para a
maior parte das pessoas, o Natal é a época de reunir a família, trocar
presentes, fazer uma ceia farta e, principalmente, celebrar os sentimentos
bons. A data é ainda mais interessante e atrativa para as crianças, que esperam
ansiosamente pelo Papai Noel carregado de presentes...
Fonte: Paraná-Online
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10/10/2008
Mudança na legislação para acolhimento em abrigos
Novas
regras para acolhimento de crianças e adolescentes em abrigos estão previstas
no documento intitulado Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para
Crianças e Adolescentes, elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome (MDS). O principal objetivo do documento é dar mais qualidade
aos jovens que vivem em abrigos.
Fonte: Paraná-Online
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05/10/2008
Cresce o interesse por adoção de crianças mais velhas
Um dos grandes problemas nos processos de adoção brasileiros sempre foi
o fato de que as crianças maiores de 10 anos são renegadas, acabam
permanecendo nos abrigos sem perspectivas de vida. Isto porque 80% dos
casais que procuram uma criança para adotar em Curitiba preferem bebês
ou crianças com no máximo dois anos de idade, segundo dados da Vara de
Adoção. Porém, para alegria dessas crianças, essa realidade vem
mudando.
Fonte: Paraná-Online
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29/06/2008
Violência e abandono contra crianças e adolescentes
O abandono
e a violência doméstica por parte dos pais e responsáveis são os principais
motivos que levam crianças e adolescentes a serem encaminhados a abrigos no
Paraná. Essas são apenas algumas das constatações que fazem parte de um
levantamento realizado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança.
Fonte: Paraná-Online
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21/05/2008
Dia Nacional da Adoção (25/05) é marcado por um importante passo contra a burocracia
Neste ano o dia 25 de Maio, dia
Nacional da Adoção será marcado pelo Cadastro Nacional de Adoção, o
cadastro representa um passo importante contra a burocracia para a
adoção de crianças e adolescentes. Em uma pesquisa realizada pela
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) mostra que apenas 15,5%
dos entrevistados enfrentariam um processo para adotar uma criança,
apesar de a adoção ser reconhecida como principal forma de ajudar as
crianças institucionalizadas.
Fonte: Ciranda - Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência
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11/05/2008
ONG Recriar desenvolve projeto
Crianças e adolescentes com possibilidade de adoção e que vivem em
abrigos de Curitiba poderão ter novas oportunidades de convivência
familiar. Pelo menos é o que espera a organização não-governamental
(ONG) Recriar, que está desenvolvendo um projeto de apadrinhamento
afetivo. Para isso, a entidade vem desenvolvendo oficinas de preparação
com pessoas interessadas em participar do programa, bem como com a
clientela que tenha interesse nessa convivência.
Fonte: Paraná-Online
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05/03/2008
Curitiba perde "guru" da adoção
A história da adoção em Curitiba está de luto desde segunda-feira.
Morreu, aos 70 anos, o dentista Osíris Rodrigues de Souza, um dos
idealizadores de um curso que prepara pais que pretendem adotar uma
criança. A iniciativa foi mantida. Ontem à noite, teve início a 61.ª
edição, que se realiza durante quatro terças-feiras consecutivas, no
Colégio Martinus, em Curitiba. O curso tem parceria com a Vara da
Infância e da Juventude – Adoção, de Curitiba, e conta com o apoio da
Associação dos Magistrados e Promotores da Infância e da Juventude, de
Curitiba. Na noite de ontem, nem mesmo a dor pela perda do marido
impediu Hália Pauliv de Souza, 70, de participar do curso. Faz parte da
história de sua vida.
Fonte: Gazeta do Povo
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07/03/2007
Paraná
vai ter
cinco novos centros de socioeducação
Este
ano, cinco centros de cumprimento de medidas socioeducativas, os
chamados educandários, vão ser inaugurados no
Paraná. O estado tem, em
18 unidades, 700 adolescentes privados de liberdade e os novos
educandários vão disponibilizar mais 350 vagas.
Ao menos cem
adolescentes em conflito com a lei aguardam transferência
para os
centros educacionais em delegacias do estado. De acordo com a promotora
de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias da
Criança e
do Adolescente do Paraná, Marcela Marinho Rodrigues, as
construções são
diferenciadas das unidades atuais, com quartos e banheiros individuais,
e têm o objetivo de proporcionar maior convivência
familiar ao jovem.
Estrutura - Os novos centros
vão oferecer 40 vagas para
internação definitiva (penas de 6 meses a 3 anos)
e 30 vagas para
internação provisória, de
até 45 dias. A presidente do Conselho
Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca),
Eliana Arantes
Bueno Salcedo, diz que os adolescentes serão tratados de
maneira
individualizada. “São adolescentes vindos de
famílias desestruturadas e
que precisam de uma atenção especial para a sua
recuperação”, afirma.
Unidades - O primeiro dos cinco
educandários que estavam em
construção foi inaugurado em Cascavel-PR, no
mês passado. A segunda
unidade será entregue amanhã (8/3), em
Laranjeiras do Sul-PR. Até o
início de abril também está prevista a
inauguração de outro centro em
Ponta Grossa-PR.
(Gazeta do Povo-PR, p. 3, Maria Gizele da Silva)
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27/05/2007
Exigências
afastam pais da adoção
Quando
decidiram ter um filho, Valéria Guimarães e
Ricardo Colombo não
imaginavam que a “gestação”
poderia ser tão curta. Em apenas dois
meses, a criança, ou melhor, as crianças
chegaram. Renata estava com
três anos e Daniela com um ano e oito meses. A
adoção foi o caminho
encontrado pelo casal, que há sete anos tentava, sem
sucesso, ter um
filho biológico. O processo até a chegada das
crianças foi tão rápido e
natural porque os pais estavam desprovidos de preconceitos e tinham
como propósito maior a vontade de ter um filho.
Mas,
para a maioria
dos pais que entram com o processo de adoção na
Vara da Infância e
Juventude, a demora pode levar meses e até anos devido
às exigências
que eles mesmos fazem. As crianças recém-nascidas
ou com até três anos
de idade, de pele e olhos claros e do sexo feminino são as
mais
procuradas. Porém, os candidatos com este perfil
estão cada vez mais
difíceis. “Temos mais de 400 pessoas e casais
habilitados para adotar
uma criança e temos, paradoxalmente, cerca de 300
crianças prontas para
adoção imediata que ninguém quer
(maiores de cinco anos)”, revela o
juiz Fabian Schweitzer, da Vara da Infância e Juventude, de
Curitiba,
acrescentando que há uma disponibilidade média de
apenas 25 crianças
recém-nascidas ou com idade até cinco anos.
A
conselheira do
Conselho Estadual dos Direitos da Criança e Adolescente
(CEDCA) e
presidente da ong Recriar, Eliana Arantes Bueno Salcedo, destaca que
uma pesquisa realizada em 2006, com o objetivo de diagnosticar a
situação dos abrigos de crianças e
adolescentes no Estado, apontou uma
realidade diferente da desejada pelos candidatos a
adoção.
Das
cerca de 3,8 mil crianças e adolescentes que
estão em abrigos, 55% são
do sexo masculino, 60% têm idade entre 7 e 15 anos e apenas
7% têm até
um ano de idade. Do total de abrigados, 93% moram no local, e 40,7%
deles ficam no abrigo de dois a cinco anos. Somente 9,2% das
crianças e
adolescentes foram adotados. Eliana defende que os pais precisam ser
mais trabalhados para entender que o objetivo da
adoção é que as
crianças tenham uma família e não o
inverso. Além disso, é necessário
agilizar a destituição do poder familiar para
aumentar as chances da
criança ser adotada.
A
coordenadora
técnica-administrativa da
Comissão Estadual Judiciária de
Adoção, Jane Pereira Prestes, afirma
que a demora na destituição do poder familiar
ocorre por cautela, já
que a família biológica precisa ter todas as
chances de ficar com a
criança. Ela também ressalta que a
adoção é um processo simples e que a
demora está na exigência dos adotantes. Prova
disso são as adoções
internacionais, para as quais praticamente não há
filas de espera.
Em
2006, o Paraná realizou 39 adoções
internacionais de 93 crianças. “Na
maioria, são grupos de irmãos que encontram na
adoção internacional a
última oportunidade de ter uma família. Um
exemplo foi um casal
americano que adotou sete irmãos”, comentou Jane.
Segundo ela, entre os
países que mais adotam estão Itália,
Estados Unidos, Holanda e França.

Preconceito
e burocracia
“Existem
três grandes determinantes para que haja tantas
crianças espera de uma
adoção: preconceitos, exigências e
burocracia”, afirma a psicóloga,
mestre e doutora em Psicologia Comportamental e professora da
Universidade Federal do Paraná (UFPR), Lídia
Dobrianskyj Weber. Autora
de seis livros que falam sobre o tema, Lídia fez uma
pesquisa com 400
pessoas (pais adotivos, filhos adotivos e filhos biológicos
com irmão
adotado) em 105 cidades de 17 estados brasileiros.
Segundo
ela,
os preconceitos que envolvem a adoção
vão desde social, cultural até
religioso. Além disso, a exigência dos adotantes
também pesa muito
nesse processo, pois além de desejarem bebês
recém nascidos, muitos
ainda não entendem a necessidade de
adoção legal, já que a pesquisa
demonstrou que 48% das adoções no Brasil
são informais, ou seja, não
passam pelo sistema judiciário. “Encontra-se uma
mulher doadora e
registra-se a criança como filho legítimo, isso
é ilegal e crime
previsto em código penal”, alerta.
A
psicóloga também critica
a
burocracia do Judiciário e Ministério
Público no que se refere à
destituição do poder familiar dos pais das
crianças
institucionalizadas. “Não se ajuda a
família de origem e nem se decide
liberar a criança para adoção; quando
ela fica mais velha, o sistema
afirma que são somente os candidatos que são
preconceituosos.
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10/01/2007
Cadastros
nacionais facilitam processo de adoção
A
Comissão Especial da Lei da Adoção, da
Câmara dos Deputados,
aprovou, no final do ano passado, a criação de
dois cadastros
nacionais: um de crianças e adolescentes
disponíveis para adoção e o
outro, referente às pessoas interessadas em adotar.
Atualmente, esses
cadastros são feitos pelas comarcas. O substitutivo permite
ainda a
adoção por casais homossexuais. O texto, de
autoria da deputada federal
Teté Bezerra (PMDB/MT), será encaminhado para
votação em plenário.
O
texto diz que a prioridade do cadastro será para
adoção em território
nacional. Serão fixados prazos para o decreto de perda de
pátrio poder
com o objetivo de agilizar a inclusão das
crianças e adolescentes na
lista. A deputada ainda inseriu uma regra para os casos de
arrependimento dos pais biológicos. Para Teté, as
modificações vão
tornar os processos de adoção mais transparentes.
Segundo
a
presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do
Adolescente do
Paraná (Cedca/PR) e da ONG Recriar Família e
Adoção, Eliana Arantes
Bueno Salcedo, a criação dos cadastros nacionais
é mais um mecanismo
que pode ser utilizado para trazer transparência
às adoções. Ela conta
que o Cedca/PR fez uma pesquisa no ano passado, que detectou uma
pequena quantidade de bebês e crianças com menos
de dois anos para
adoção. No entanto, é exatamente nesta
faixa etária que há uma maior
demanda. Apesar de ser a favor do cadastro, ela faz uma ressalva. Ela
é
contra a inclusão de fotos das crianças, que
não podem ser tratadas
como mercadorias.
Eliana
defende a implantação de uma equipe
especializada para auxiliar as decisões dos
juízes. Isto porque um dos
pontos mais complicados do processo de adoção
é a destituição do poder
familiar, pois a maioria das crianças alojadas em abrigos
sofreram
negligência ou foram abandonadas. A equipe acompanharia o
histórico da
família da criança ou adolescente e poderia
produzir um relatório que
facilitaria a decisão.
Na
opinião do procurador de Justiça
Olympio de Sá Sotto Maior Neto, a
implantação dos dois cadastros
nacionais vai facilitar a localização de
crianças disponíveis à
adoção
e pessoas interessadas em adotar. Ele conta que, não
raramente, há
problemas de comunicação em comarcas vizinhas. Em
uma, há crianças e
adolescentes esperando por uma adoção, mas sem
muitos interessados. Em
outra, pode acontecer justamente o contrário.
Sotto
Maior lembra que o Paraná foi o estado a propor a
criação de um
cadastro para este fim durante a elaboração do
Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA). O cadastro seria feito em cada comarca, mas haveria
interligação em âmbitos estadual e
federal. “O Paraná foi o primeiro
estado a criar a Comissão Judiciária de
Adoção, com o objetivo de
permitir a comunicação entre as comarcas. Embora
o cadastro não esteja
expresso claramente no estatuto, era óbvio. Infelizmente,
até hoje não
ocorreu. Pelo menos pode vir uma determinação
para obrigar a criação do
cadastro. Sem dúvida, isso vai facilitar a
adoção”, afirma. Sobre a
possível adoção de crianças
ou adolescentes por casais homossexuais,
Eliana Salcedo, do Cedca/PR, não possui
objeções. Mas ressalta que o
fator discriminação deve ser levado em conta.
“A criança abrigada já
sofre discriminação. Existe a
adoção de crianças negras por pais
brancos, que também sofrem com o preconceito. Se a
família souber lidar
com isso e dar base para a criança também saber
lidar com isso, tudo
bem”, avalia.
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25/08/2006
Psicologia da
UTP e ONG Recriar promovem jornada sobre família e
adoção
O curso de Psicologia da UTP, em
parceria com a ONG
“Recriar”, promoveram no dia 19 de agosto, no
auditório do Campus
Champagnat, a III - JORNADA SOBRE FAMÍLIA E
ADOÇÃO: Aspectos jurídicos,
psicológicos e sociais.
O evento tinha o intuito de retratar os
caminhos da adoção,
convidando atores deste processo para delimitarem
funções,
procedimentos e complexidade do processo de abandono,
institucionalização e
adoção. Para tanto, havia a presença,
entre os
expositores, da equipe jurídica e equipe técnica,
além do conselho
tutelar e pais que deram seu depoimento.
O público alvo do evento era
acadêmicos de direito, psicologia,
pedagogia, serviço social, pretendentes à
adoção, pais e filhos adultos
adotivos, e demais interessados.
A ONG –“Recriar -
Família e Adoção” fundada em
1996, é formada por
um grupo de voluntários com o objetivo de promover
e garantir a
convivência familiar e comunitária de
crianças e adolescentes
institucionalizados através da
reinserção familiar, apadrinhamento
afetivo e adoções.
Como introdução,
houve a palestra sobre "O Conceito Amplo da
Adoção
dentro da Psicologia", ministrado pela professora Cláudia
Cibele
Bitdinger Cobalchini, docente do curso de Psicologia da UTP.
Em seguida, a primeira mesa redonda
“O papel do judiciário nos
caminhos da adoção” contou com a
presença da Dra Lídia Mattos Guedes
(Juíza da 1a. Vara da Infância e Juventude) e com
a Dra Michele R.Maia
Zardo (Promotora da Vara da Infância e Juventude).
Após várias
questões, houve depoimento de pais adotivos, um casal
que adotou duas irmãs, uma mãe que adotou duas
meninas e um pai que
adotou um índio.
À tarde aconteceu a mesa redonda “A
Família em
Situação de Risco e Vulnerabilidade:
Formação de Rede Para
Proteção
Básica” – O Papel do Conselho Tutelar,
Conselhos de Direitos, Programa
de Abrigo, Psicologia e Equipe Técnica
de apoio à Adoção.
Estiveram presentes Áurea
Martins (Conselheira Tutelar da Regional
Matriz), Suely Elizabeth Westarb (Ex-Conselheira Tutelar da Regional de
Santa Felicidade), Marisa Sonego (Diretora da Casa do Piá I
– Abrigo
Municipal), Bárbara Snizek
(Psicóloga Voluntária do Lar Dona Vera) e
Salma Mancebo Corrêa (assistente social - Técnica
da Vara da Infância e
Juventude).
Após novo debate, houve a
apresentação de Eliana Arantes Bueno
Salcedo (socióloga, presidente da RECRIAR) sobre O Papel dos
Grupos de
Apoio à Adoção – A Recriar
Família e Adoção. Os dados
apresentados são
resultado de um diagnóstico da realidade dos abrigos no
Paraná e o
Plano de Promoção e Garantia de
Direitos à Convivência Familiar e
Comunitária.
Para encerramento, garotos da
Chácara Quatro Pinheiros
apresentaram-se, dançando hip-hop e interpretando
canções cuja letra é
de autoria dos mesmos.
Estiveram envolvidas na
organização e efetivação do
evento mais de
30 pessoas entre palestrantes, voluntários da RECRIAR e
estagiários de
Psicologia.
Como resultado, houve a
participação de cerca de 50 pessoas, dentre
elas estudantes e profissionais de Psicologia, Assistência
Social,
Direito e pretendentes a pais adotivos. Os debates foram produtivos,
ampliando a perspectiva da adoção incentivando
para o que denominamos
adoções tardia, inter-racial e de pessoas com
necessidades especiais.
Também discutiu-se ações no
campo de políticas públicas de
prevenção
ao abandono e à institucionalização,
como programas destinados ao apoio
à mulher e à família. Ficou claro o
panorama atual da adoção,
principalmente, no Paraná. Inclusive pessoas de outras
cidades
estiveram presentes com o intuito de obterem maiores
informações sobre
o processo legal de adoção.
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11/08/2006
Recriar
realiza
III Jornada sobre Família e Adoção
A
organização não-governamental Recriar
realiza no dia 19/8, na
Universidade Tuiuti do Paraná, a III Jornada sobre
Família e Adoção,
que vai discutir aspectos jurídicos, psicológicos
e sociais da
reinserção de crianças e adolescentes
em suas famílias. O evento vai
traçar um diagnóstico da realidade dos abrigos no
Paraná e propor
soluções, junto aos diferentes atores da Rede de
Proteção à Infância e
Adolescência, para que meninos e meninas tenham assegurado o
direito à
convivência familiar e comunitária. Entre os
palestrantes estão o
Procurador de Justiça Luis Antonio Fontoura, a
juíza da 1a. Vara da
Infância e Juventude de Curitiba, Lídia Mattos
Guedes, conselheiros
tutelares, filhos e pais adotivos. As inscrições
custam R$15 e podem
ser feitas por meio de depósito no Banco Itaú,
agência 3892, conta
corrente 11523-3. A ficha de inscrição e o
depósito devem ser enviados
pelo fax (41) 3339-9810 / 3362-8765.
A
Recriar
A ONG
“Recriar - Família e
Adoção” foi fundada em 1996 por um
grupo de
voluntários que tem o objetivo de promover e garantir a
convivência
familiar e comunitária de crianças e adolescentes
que se encontram em
abrigos, por meio da reinserção familiar, do
apadrinhamento afetivo e
de adoções.
O que diz o ECA
Art. 19
– Toda criança ou adolescente tem direito
a ser criado e
educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em
família
substituta, assegurada a convivência familiar e
comunitária, em
ambiente livre da presença de pessoas dependentes de
sustâncias
entorpecentes.
Art. 20
– Os filhos, havidos ou não da
relação do casamento, ou por
adoção, terão os mesmos direitos e
qualificações, proibidas quaisquer
designações discriminatórias relativas
à filiação.
O que? III Jornada sobre
Família e Adoção
Quando? 8 às 18 horas.
Onde? Auditório da
Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) - Campus Champagnat
– Rua Marcelino Champagnat, 505.
Informações:
Recriar
– Família e Adoção
– (41) 3339-9810 3335-8064.
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